Por que falar de fertilidade antes de tentar
A chance média de gravidez natural por ciclo é maior na faixa dos 20 anos e cai gradualmente, de forma mais acentuada a partir dos 35. Esses números são médias populacionais: a avaliação individual mostra o cenário real de cada mulher.
Conversar sobre fertilidade antes de tentar permite planejar o momento, corrigir fatores que atrapalham e, se for o caso, considerar opções como o congelamento de óvulos.
Como é feita a avaliação
A consulta revisa o ciclo, histórico ginecológico, gestações anteriores, doenças e hábitos. Exames como o hormônio antimülleriano (AMH), a contagem de folículos antrais por ultrassonografia e dosagens hormonais ajudam a estimar a reserva ovariana. Quando há parceiro, a avaliação do casal também é importante.
Fatores que influenciam a fertilidade
Além da idade, influenciam a fertilidade o peso corporal, o tabagismo, o consumo de álcool, o sono, doenças da tireoide, a síndrome dos ovários policísticos, a endometriose, infecções pélvicas anteriores e cirurgias nos ovários. Muitos desses fatores são modificáveis, e corrigi-los melhora as chances naturais e os resultados de tratamentos.
A saúde do parceiro também conta: cerca de metade dos casos de dificuldade para engravidar envolve fator masculino, por isso o espermograma costuma fazer parte da investigação.
Planejar sem ansiedade
Informação reduz a ansiedade. Saber como está a sua reserva ovariana permite decidir com calma se é hora de tentar, se vale esperar ou se faz sentido preservar óvulos. A consulta traduz os números dos exames em decisões práticas para o seu momento de vida.
Quando procurar ajuda
Mulheres com menos de 35 anos que tentam engravidar há 12 meses sem sucesso, e com 35 anos ou mais após 6 meses, devem ser avaliadas. Ciclos muito irregulares, endometriose conhecida, cirurgias pélvicas anteriores ou abortos de repetição justificam avaliação mais cedo.
Próximos passos
Com o resultado em mãos, o plano pode incluir ajustes de estilo de vida, tratamento de condições associadas, indução de ovulação em casos selecionados ou encaminhamento para reprodução assistida, sempre com explicação clara de cada opção.
Congelamento de óvulos: quando considerar
O congelamento de óvulos pode ser uma opção para quem deseja adiar a gestação, para mulheres com reserva ovariana reduzida para a idade, com endometriose que afeta os ovários ou que vão passar por tratamentos que podem comprometer a fertilidade, como quimioterapia.
A idade em que os óvulos são congelados é o fator mais importante para as chances futuras, por isso a conversa costuma ser mais útil antes dos 35 anos. A consulta explica as etapas, o que esperar de cada uma e os limites do método, sem promessas de resultado.
Quando há indicação de reprodução assistida, a Dra. Andressa faz a avaliação inicial e o encaminhamento para centros especializados, acompanhando a paciente em Santo André ou em Santos durante todo o processo.
A avaliação da fertilidade inclui o exame do hormônio antimülleriano, a contagem de folículos antrais por ultrassonografia, dosagens hormonais no início do ciclo e, quando indicado, a avaliação das trompas. Esses resultados são sempre interpretados em conjunto com a idade e a história de cada mulher, porque nenhum exame isolado prevê sozinho a chance de gestação.
Onde a Dra. Andressa atende
ABC Paulista · SP
Baixada Santista · SP
Retornos e orientações online
Perguntas frequentes
O que é o exame AMH?
É um exame de sangue que ajuda a estimar a reserva ovariana. Ele não prevê sozinho a chance de gravidez, mas ajuda no planejamento.
Com quantos anos devo avaliar minha fertilidade?
O ideal é conversar sobre o tema a partir dos 30, especialmente se pretende engravidar depois dos 35.
Vale a pena congelar óvulos?
Pode valer para algumas mulheres. A decisão depende da idade, da reserva ovariana e dos planos de vida, e é discutida em consulta.
Seu cuidado começa com uma conversa.
Fale com a equipe pelo WhatsApp e escolha o melhor horário em Santo André, Santos ou por teleconsulta.
Falar no WhatsAppOutros cuidados
Conteúdo informativo, revisado pela Dra. Andressa Uviña em outubro de 2026. Não substitui a consulta médica.